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Investimento

Onde está o dinheiro?

Por Fernando Schulman · 28 de novembro de 2017

Onde está o dinheiro?

Pode parecer raso e superficial, mas é certo: o dinheiro gosta de quem gosta dele. De quem pensa sábia e cuidadosamente onde investi-lo. Isso inclui estudos, pesquisas, conversas com especialistas, visitas aos locais almejados. Em décadas passadas, as informações e mesmo as possibilidades de investimento estrangeiro no Brasil eram muito remotas. Vivíamos quase que isolados. Com o tempo, a abertura de mercado tornou viável a chegada de empresas de fora, de olho no mercado consumidor brasileiro, que mostrou-se bastante receptivo. Atualmente, se uma empresa do exterior quisesse aplicar ou se instalar no Brasil, se depararia basicamente com uma barreira: a da informação. Mas não seria exatamente um problema porque há muita informação disponível ou empresas como a minha (Overseas Business Hub) que podem ajudar.

Onde ganhar dinheiro no Brasil? Peter Kronstrøm, líder do Copenhagen Institute for Futures Studies na América Latina, declarou à revista Época, em novembro, que o momento que o Brasil vive agora é um “marco zero (…), necessário para mudar para algo melhor”. Que assim seja.

A revista Ponto RH publicou, também em novembro, uma matéria sobre os melhores estados para ganhar dinheiro e lembra que “Fronteiras agrícolas, principalmente, no estado do Amazonas e outros da região Norte, há muito investimento na área de exploração sustentável dos recursos naturais. Esta é uma das tendências no futuro”. Outra fonte de informação é a FDR Energia, empresa de geração e comercialização de eletricidade, que lançou a atualização do Índice de Atratividade do Mercado Livre para Fontes Limpas de Energia. O levantamento revela que os 23 estados brasileiros mantêm a competitividade em relação ao mês de agosto, com variação de menos de 1%. Interessante observar que pelo quarto mês consecutivo, Tocantins lidera o ranking de atratividade entre as unidades da Federação, como o estado onde as fontes limpas no Ambiente de Contratação Livre (ACL) são mais competitivas em relação ao mercado cativo, com a nota 0,661. Em segundo lugar, o Pará com “0,650”; terceiro, Santa Catarina com “0,608”; quarto Espírito Santo co m “0,606”e quinta colocação o Rio de Janeiro com “0,604”. “Apesar da manutenção da atratividade, temos uma preocupação em relação à oferta de energia incentivada para manter o ritmo de migração das empresas interessadas”, afirma Erick Azevedo, sócio diretor da FDR Energia e coordenador do estudo.

(Redação - Agência IN)

Publicado originalmente no LinkedIn em 28 de novembro de 2017. Ver a publicação original

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