
Mas é importante que sigamos em movimento. A geração distribuída de energia solar, que apresenta crescimento constante, notadamente a partir de 2018, está em uma situação complexa. Algumas sérias questões podem atrapalhar as projeções econômicas de duplicar a potência instalada do setor aqui no Brasil. A preocupação nacional é a recente polêmica sobre as regras para a geração distribuída. E o cenário global encontra-se turbulento com a crise do coronavírus, já que precisa de importações de equipamentos da China.
É patente a importância da China nas cadeias de abastecimento globais envolvidas na construção de centrais de energia limpa, informa o veículo português Jornal de Negócios. A China está entre os 10 maiores fabricantes de células fotovoltaicas, (nove são fabricantes chineses e um da Coreia do Sul). Com o aumento dos casos da doença, os fabricantes alertam sobre atrasos na produção.
O mercado de energia solar analisa cautelosamente os efeitos da pandemia do coronavírus no mundo inteiro, particularmente na China, líder global tanto na instalação de novos parques como na produção de painéis fotovoltaicos usados no mundo inteiro. Entretanto, algumas empresas brasileiras do mercado de energia solar não estão sendo muito afetadas por ter diferentes fontes de fornecimento de material, mas se a situação não estiver minimamente funcionando, a cadeia de produção sofrerá com desabastecimento. E, assim, mesmo com a alta demanda do mercado brasileiro, se houver escassez, pode ter uma pisada de freio, que esperamos, não aconteça.
Publicado originalmente no LinkedIn em 26 de março de 2020. Ver a publicação original
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